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domingo, 24 de setembro de 2017

A Conjunction of Comets | Conjunção de cometas


Uma conjunção de cometas foi capturada neste bonito campo estelar na manhã de 17 de setembro. Descoberto em julho por uma pesquisa celeset robótica a´procura de supernovas, o cometa C/2017 O1 ASASSN Está no canto inferior esquerdo. 

O brilho esverdeado visível de sua cabeleira é produduzido pela fluorescência de moléculas diatômicas de carbono sob a luz solar. Quase em sua aproximação máxima do Sol, o cometa binocular stava apenas uns 7,2 minutos-luz da Terra. 

No mesmo campo de visão telescopica está o cometa de cauda longa C/2015 ER61 PanSTARRS distanciando-se do Sol, no canto superior direito, distante quase 14 minutos -luz. Distante muito anos -luz, o estrelado plano de fundo inclui esmaecidas nebulosas de poeira da Via Láctea. O conhecido aglomerado estelar das Pleiades situa-se logo além do canto superior direito da imagem.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

A conjunction of comets is captured in this pretty star field from the morning of September 17. Discovered in July by a robotic sky survey searching for supernovae, comet C/2017 O1 ASASSN is at the lower left. 

The visible greenish glow of its coma is produced by the fluorescence of diatomic carbon molecules in sunlight. Nearing its closest approach to the Sun, the binocular comet was only about 7.2 light-minutes from Earth. 

In the same telescopic field of view is the long-tailed, outbound comet C/2015 ER61 PanSTARRS at the upper right, almost 14 light-minutes away. Many light-years distant, the starry background includes faint, dusty nebulae of the Milky Way. The well-known Pleiades star cluster lies just off the top right of the frame.

sábado, 23 de setembro de 2017

A September Morning Sky | Céu de uma manhã de setembro


A Lua, três planetas, e uma estrela brilhante se reuniram próximo ao plano ecliptico, no céu matinal de 18 de setembro, sobre o Castelo Veszprem, na Hungria. Nesta paisagem celeste de crepúsculo, Mercúrio e Marte ainda brilham próximos ao horizonte leste, para logo desaparecerem ofuscados pelo brilho do Sol. 

Regulus, estrela alfa da constelação do Leão, é o ponto brilhante próximo à waning Lua crescente, com o brilhante Vênus próximo ao topo da imagem. A bela conjunção matinal da Lua, planetas, e uma estrela brilhante podiam geralmente ser acompanhados por madrugadores por todo o planeta Terra. 

Notavelmente, porém, a Lua também ocultou, ou passou direto em frente de, Regulus e cada um dos três planetas no espaço de 24 horas, tudo em 18 de setembro, no horário UT. Visível de diferentes localidades, observar as ocultações lunares no momento exato foi algo muito mais diferente, no entanto, e, na maioria dos casos, a observação basicamente tinha de ser feita sob céu diurno.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

The Moon, three planets, and a bright star gathered near the ecliptic plane in the September 18 morning sky over Veszprem Castle, Hungary. In this twilight skyscape, Mercury and Mars still shine close to the eastern horizon, soon to disappear in the glare of the Sun. 

Regulus, alpha star of the constellation Leo, is the bright point next to a waning crescent Moon, with brilliant Venus near the top of the frame. The beautiful morning conjunction of Moon, planets, and bright star could generally be followed by early morning risers all around planet Earth. 

But remarkably, the Moon also occulted, or passed directly in front of, Regulus and each of the three planets within 24 hours, all on September 18 UT. Visible from different locations, timing and watching the lunar occultations was much more difficult though, and mostly required viewing in daytime skies.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Solar Eclipse Solargraph | Solargrafia de Eclipse Solar


Hoje é o dia do equinócio de setembro. Rumo ao sul, a trajetória do Sol através do céu cruzará o equador celestial às 20h02 UT. Claro que a data do equinócio resulta em dias e noites (majoritariamente) iguais por todo o planeta Terra. 

Mas em 21 de agosto, a trajetória do Sol pelo céu encontrou uma pequena noite extra para alguns. Feita com uma câmera de buraco de alfinete de lata de bebida e papel fotossensível, esta criativa solargrafia acompanha a trajetória do Sol naquela data. 

Numa exposição que durou o dia inteiro, ela traça o arco do Sol ainda elevando-se alto no céu do norte, alinhada a uma foto panoramica da paisagem local ao fundo. A falha no arco representa a duração das fases total e parcial do eclipse solar em um céu límpido sobre Lowman, Idaho, EUA. 

Lá, a noite extra (totalidade) durou cerca de 2 minutos. A ampla falha no arco do Sol também cobre a falta de luz solar durantes as fases, mais longas, de eclipse parcial.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

Today is the September equinox. Heading south, the Sun's path through the sky will cross the celestial equator at 20:02 UT. Of course the equinox date results in (mostly) equal night and day all over planet Earth. 

But on August 21 the Sun's path through the sky found a little extra-night for some. Made with a drink can pinhole camera and light-sensitive paper, this creative solargraph follows the Sun's path on that date. 

An all-day exposure, it traces the Sun's arc still rising high in northern skies, aligned with a panoramic snapshot of the local landscape at the bottom. The gap in the arc represents the duration of the partial and total phases of the solar eclipse in clear skies over Lowman, Idaho, USA. 

There, the extra-night (totality) lasted for about 2 minutes. The broad gap in the Sun's arc also covers the loss of sunlight during the more extended partial eclipse phases.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Veil Nebula: Wisps of an Exploded Star | A Nebulosa do Véu: Tufos de uma estrela que explodiu


Tufos como estes são tudo o que resta de visível de uma estrela da Via Láctea. Cerca de 7.000 anos atrás, aquela estrela explodiu em uma supernova, deixando a Nebulosa do Véu. À época, a nuvem em expansão era, provavelmente, tão brilhante quanto a Lua crescente, permanecendo visivel por semanas para pessoas que viveram no início da histroria de que se tem registro. 

Hoje em dia, os remanescentes resultantes da supernova,  também denominados Laço do Cisne, esmaeceram e agora só são visiveis através de pequenos telescópios apontados para a constelação do Cisne. No entanto, a remanescente Nebulosa do Véu é fisicamente enorme, e muito embora situe-se à distancia de uns 1.400 anos-luz, cobre uma área no céu maior que o tamanho da Lua cheia. 

Esta foto é um mosaico de seis imagens juntas do Hubble cobrindo um trecho de apenas dois anos-luz, uma pequena parte do grande remanescente da supernova. Em imagens de toda a Nebulosa do Véu, até mesmo leitores estudiosos podem não conseguir identificar esses filamentos.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

Wisps like this are all that remain visible of a Milky Way star. About 7,000 years ago that star exploded in a supernova leaving the Veil Nebula. At the time, the expanding cloud was likely as bright as a crescent Moon, remaining visible for weeks to people living at the dawn of recorded history. 

Today, the resulting supernova remnant, also known as the Cygnus Loop, has faded and is now visible only through a small telescope directed toward the constellation of the Swan (Cygnus). The remaining Veil Nebula is physically huge, however, and even though it lies about 1,400 light-years distant, it covers over five times the size of the full Moon. 

The featured picture is a Hubble Space Telescope mosaic of six images together covering a span of only about two light years, a small part of the expansive supernova remnant. In images of the complete Veil Nebula, even studious readers might not be able to identify the featured filaments.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Bright Spiral Galaxy M81 | A brilhante galáxia espital M81


Uma das mais brilhantes galáxias visiveis no ceu do planeta Terra tem tamanho similar ao da nossa Via Láctea: a grande e bela M81. Esta grandiosa galáxia pode ser encontrada na direção da constalação da Ursa Maior, ao norte. 

Esta vista soberbamente detalhada revela o brilhante núcleo amarelo de M81, seus braços espirais azuis e trilhas de poeira cósmica de uma escala comparável à Via Láctea. 

Indicando um passado conturbado, uma notável trilha de poeira de fato cruza direto o disco, apra a esquerda do centro galactico, contrary às outras  proeminentes caracteristicas  espirais de M81. A trilha de poeira errante pode ser o duradouro resultado de um encontro próximo entre M81 e sua galáxia companheira menor, M82. 

O escrutínio de estrelas variáveis em M81 levou ao estabelecimento de uma das distãncia mais bem determinadas para galáxias externas — 11,8 milhões de anos-luz.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

One of the brightest galaxies in planet Earth's sky is similar in size to our Milky Way Galaxy: big, beautiful M81. This grand spiral galaxy can be found toward the northern constellation of the Great Bear (Ursa Major). 

This superbly detailed view reveals M81's bright yellow nucleus, blue spiral arms, and sweeping cosmic dust lanes with a scale comparable to the Milky Way. 

Hinting at a disorderly past, a remarkable dust lane actually runs straight through the disk, to the left of the galactic center, contrary to M81's other prominent spiral features. The errant dust lane may be the lingering result of a close encounter between M81 and its smaller companion galaxy, M82. 

Scrutiny of variable stars in M81 has yielded one of the best determined distances for an external galaxy -- 11.8 million light-years.