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sexta-feira, 20 de abril de 2018

The Sun Unleashed: Monster Filament in Ultraviolet | O Sol à solta: Um filamento monstruoso em ultravioleta



Uma das mais espetaculares visões solares é a labareda explosiva. Em junho de 2011, o Sol desencadeou algo um tanto impressionante, uma labareda solar de tamanho medio, quando a rotação levava regiões de manchas solares ativas na direção da borda do Sol. 

Aquela labareda, no entanto, foi seguida de um assombroso jorro de plasma magnetizado — um filamento monstruoso visto irrompendo na borda do Sol nesta imagem em ultravioleta extremo obtida pelo Observatorio de Dinamica Solar da NASA. 

Este é um video de lapso temporal daquele evento de horas de duração mostrando plasma mais escuro e frio caindo através de uma ampla região da superficie solar, arqueando-se ao longo de linhas de campo magnetico normalmente invisiveis. 

Uma ejeção de massa coronal associada, que é uma grande nuvem de particulas de alta energia, foi lançada na direção geral da Terra, e lançou um sopro moderado sobre um lado da magnetosfera terrestre.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

One of the most spectacular solar sights is an explosive flare. In 2011 June, the Sun unleashed somewhat impressive, medium-sized solar flare as rotation carried active regions of sunpots toward the solar limb. 

That flare, though, was followed by an astounding gush of magnetized plasma -- a monster filament seen erupting at the Sun's edge in this extreme ultraviolet image from NASA's Solar Dynamics Observatory. 

Featured here is a time-lapse video of that hours-long event showing darker, cooler plasma raining down across a broad area of the Sun's surface, arcing along otherwise invisible magnetic field lines. An associated coronal mass ejection, a massive cloud of high energy particles, was blasted in the general direction of the Earth,and made a glancing blow to Earth's magnetosphere.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

M22 and the Wanderers | M22 e os andarilhos


Vagando através da constelação de Sagitário, os brilhantes planetas Marte e Saturno apareceram juntos no céu matinal nas últimas semanas. Eles foram fotografados nesta visão de campo amplo de 3  graus, em 31 de março, em um triangulo celestial proximo com o grande aglomerado estelar globular Messier 22. 

Claro que M22 (embaixo, à esquerda) está distante cerca de 10.000 anos-luz, uma grande bola com mais de 100.000 estrelas, muito mais velhas que o Sol. Amarelo claro e brilhando devido à luz solar refletida, Saturno (no alto) está distante cerca de 82 minutos-luz. 

Observe atentamente e voce poderá identificar a grande lua Titã como um ponto de luz mais ou menos na posição de 5 horas, no brilho do disco superexposto de Saturno. 

Ligeiramente mais brilhante e vermelho, Marte está distante 9 minutos-luz. Enquanto ambos os planetas estão se movendo em direção a oposições vindouras, em julho, Marte se tornará ainda mais brilhante, com boas visões telescopicas ao aproximar-se sua oposição de 2018, a meros 3,2 minutos-luz do planeta Terra.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

Wandering through the constellation Sagittarius, bright planets Mars and Saturn appeared together in early morning skies over the last weeks. They are captured in this 3 degree wide field-of-view from March 31 in a close celestial triangle with large globular star cluster Messier 22. 

Of course M22 (bottom left) is about 10,000 light-years distant, a massive ball of over 100,000 stars much older than our Sun. Pale yellow and shining by reflected sunlight, Saturn (on top) is about 82 light-minutes away. 

Look carefully and you can spot large moon Titan as a pinpoint of light at about the 5 o'clock position in the glare of Saturn's overexposed disk. 

Slightly brighter and redder Mars is 9 light-minutes distant. While both planets are moving on toward upcoming oppositions, by July Mars will become much brighter still, with good telescopic views near its 2018 opposition a mere 3.2 light-minutes from planet Earth.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Dragon Aurora over Norway | Aurora em forma de dragão sobre a Noruega


O que é aquilo no céu? É uma aurora. Um grande buraco coronal se abriu no mes passado, poucos dias depois de esta imagem ter sido registrada, atirando em direção à Terra uma nuvem de eletrons, protons e íons em movimento rápido. 

Parte dessa nuvem afetou a magnetosfera da Terra e resultou em espetaculares auroras visiveis a altas latitudes norte. Esta foto mostra uma especialmente fotogenica cortina auroral registrada sobre Tromsø, Noruega. Para o  astrofotografo, este brilho verde tremeluzente de oxigenio atmosferico recombinante apareceu como a figura de um grande dragão, mas sinta-se à vontade para dizer com o que el se parece para você. 

Embora agora já passado o  Solar Maximo, o Sol continua a exibir atividade ocasional, criando impressionantes auroras na Terra, visiveis até na semana passada.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

What's that in the sky? An aurora. A large coronal hole opened last month, a few days before this image was taken, throwing a cloud of fast moving electrons, protons, and ions toward the Earth. 

Some of this cloud impacted our Earth's magnetosphere and resulted in spectacular auroras being seen at high northern latitudes. Featured here is a particularly photogenic auroral curtain captured above Tromsø Norway. To the astrophotographer, this shimmering green glow of recombining atmospheric oxygen appeared as a large dragon, but feel free to share what it looks like to you. 

Although now past Solar Maximum, our Sun continues to show occasional activity creating impressive auroras on Earth visible even last week.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Flyover of Jupiter's North Pole in Infrared | Sobrevoo do polo norte de Jupiter em infravermelho



Como seria a sensação de sobrevoar o polo norte de Jupiter? Uma animação ficcional feita de imagens reais e dados capturados pela espaçonave Juno da NASA mostra como seria. Como o polo está atualmente na sombra, o video usa luz infravermelha emitida por Jupiter -- especificamente uma cor infravermelha onde os detalhes mais quentes brilham mais forte. 

Quando a animação se inicia, a Juno se aproxima do enorme astro. Logo, um dos oito ciclones que orbitam o polo norte é mostrado. Um por um,  todos os oito ciclones que circundam o polo são inspecionados, cada um do tamanho de um continente terrestre inteiro, e cada um contendo paredes espirais acidentadas e fragmentadas. 

A viagem virtual termina com um afastamento. O estudo dos ciclones Jovianos ajuda a  humanidade a melhor compreender os perigosos sistemas de tempestades que ocorrem aqui na Terra. A Juno concluiu recentemente outra passagem proxima por Jupiter — o Perijove 12 — e parece suficientemente saudavel para completar inumeras outras dessas orbitas de dois meses de duração.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

What would it look like to fly over the North Pole of Jupiter? A fictional animation made from real images and data captured by NASA's Juno spacecraft shows an answer. Since the pole is presently in shadow, the video uses infrared light emitted by Jupiter -- specifically an infrared color where the hottest features glows the brightest. 

As the animation starts, Juno zooms in on the enormous world. Soon, one of the eight cyclones orbiting the North Pole is featured. One by one, all eight cyclones circling the pole are inspected, each the size of an entire continent on Earth, and each containing bumpy and fragmented spiral walls. 

The virtual trip ends with a zoom out. Studying Jovian cyclones helps humanity to better understand dangerous storm systems that occur here on Earth. Juno has recently concluded another close pass by Jupiter -- Perijove 12 -- and seems healthy enough to complete several more of the two-month orbits.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Blue Moon Tree | Arvore em Lua Azul


Será que um alinhamento como este ocorre somente uma vez numa Lua Azul? Não, embora tenha sido durante uma Lua Azul que essa imagem de apenas um quadro foi registrada. Durante uma Lua cheia que calhou de ser a segunda do mes — a situação que define uma Lua Azul —  o fotografo criou a sobreposição no final de janeiro,  rapidamente movendo-se ao redor dela apenas para encontrar o local certo para pegar a Lua no plano de fundo superposta atrás do arco de uma arvore em primeiro plano. 

Infelizmente, neste caso, parece não ter havido alternativa, senão atolar-se na lama e apoiar a camera sobre uma cerca de arame farpado. O arco na arvore de carvalho foi previamente criado por vacas famintas em Knight's Ferry, California, EUA. Quirky Moon-tree; no entanto, sobreposições como esta podem ser  criadas durante qualquer Lua cheia, havendo suficiete planejamento e tempo. 

Outra oportunidade surgiu neste fim de semana, coincidentemente durante outra Lua Azul. Então a segunda Lua Azul de 2018 ocorreu, o que significa que, pela segunda vez neste ano, duas Luas cheias irão aparecer durante um único mes. Anos com duas Lua Azuis são relativamente raros, tendo o ultimo ocorrido em 1999, e o proximo será somente em 2037.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

Does an alignment like this occur only once in a blue moon? No, although it was during a blue moon that this single-shot image was taken. During a full moon that happened to be the second of the month -- the situation that defines a blue moon -- the photographer created the juxtaposition in late January by quickly moving around to find just the right spot to get the background Moon superposed behind the arc of a foreground tree. 

Unfortunately, in this case, there seemed no other way than getting bogged down in mud and resting the camera on a barbed-wire fence. The arc in the oak tree was previously created by hungry cows in Knight's Ferry, California, USA. Quirky Moon-tree juxtapositions like this can be created during any full moon though, given enough planning and time. 

Another opportunity will arise this weekend, coincidently during another blue moon. Then, the second blue moon in 2018 will occur, meaning that for the second month this year, two full moons will appear during a single month (moon-th). Double blue-moon years are relatively rare, with the last occurring in 1999, and the next in 2037.