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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

NGC 2442: Galaxy in Volans | NGC 2442: Galáxia no Peixe Voador


A galáxia distorcida NGC 2442 é encontrada na constelação sulina do Peixe Voador (Piscis Volans). Localizada à distância de, aproximadamente, 50 milhões de anos-luz, seus dois braços espirais que se estendem de uma notável barra central  tem a aparência de um gancho em imagens grande angulares. 

Mas este mosaico em close-up, construído através de dados do Hubble e do  Observatorio Austral Europeu, mostra em impressionantes detalhes a estrutura da galaxia. Trilhas de poeira obscurecedoras, jovens aglomerados de estrelas azuis e regiões de formação estelar avermelhadas circundam um núcleo de luz amarelada de uma população de estrelas mais antigas. 

Os nitidos dados de imagem tambem revelam galáxias mais distantes no plano de fundo visiveis imediatamente através dos aglomerados estelares e nebulosas de NGC 2442. A imagem se espalha por cerca de 75.000 anos-luz à distancia estimada de NGC 2442.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

Distorted galaxy NGC 2442 can be found in the southern constellation of the flying fish, (Piscis) Volans. Located about 50 million light-years away, the galaxy's two spiral arms extending from a pronounced central bar have a hook-like appearance in wide-field images. 

But this mosaicked close-up, constructed from Hubble Space Telescope and European Southern Observatory data, follows the galaxy's structure in amazing detail. Obscuring dust lanes, young blue star clusters and reddish star forming regions surround a core of yellowish light from an older population of stars. 

The sharp image data also reveal more distant background galaxies seen right through NGC 2442's star clusters and nebulae. The image spans about 75,000 light-years at the estimated distance of NGC 2442.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Charon Flyover from New Horizons | A New Horizon sobrevoa Caronte



E se você pudesse sobrevoar a lua Caronte de Plutão — o que veria? A espaçonave New Horizons fez exatamente isso em julho de 2015, ao passar por Plutão a Caronte com câmeras filmando. 

As imagens registradas permitiram uma reconstrução digital de boa parte da superfície de Caronte, permitindo a criação de voos fictícios sobre Caronte, criados a partir desses dados. 

Um fantasioso video de lapso temporal assim, de um minuto de duração, aparece aqui com elevações verticais e caracteristicas de cores de superficie digitalmente aprimoradas. Sua jornada começa sobre um amplo abismo que divide diferentes tipos de paisagens de Caronte, um abismo que pode ter se formado quando Caronte congelou. 

Logo você vira para o norte e sobrevoa uma colorida depressão chamada Mordor que, segundo uma hipótese, é um incomum remanescente de um antigo impacto. Sua viagem continua sobre uma paisagem alienigena cheia de crateras nunca antes vistas, montanhas e fendas. A espaçonave robotica New Horizons tem agora como objetivo o objeto 2014 MU 69 do Cinturão de Kuiper, pelo qual deverá passar no dia de Ano Novo de 2019.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

What if you could fly over Pluto's moon Charon — what might you see? The New Horizons spacecraft did just this in 2015 July as it zipped past Pluto and Charon with cameras blazing.

The images recorded allowed for a digital reconstruction of much of Charon's surface, further enabling the creation of fictitious flights over Charon created from this data. 

One such fanciful, minute-long, time-lapse video is shown here with vertical heights and colors of surface features digitally enhanced. Your journey begins over a wide chasm that divides different types of Charon's landscapes, a chasm that might have formed when Charon froze through. 

You soon turn north and fly over a colorful depression dubbed Mordor that, one hypothesis holds, is an unusual remnant from an ancient impact. Your voyage continues over an alien landscape rich with never-before-seen craters, mountains, and crevices. The robotic New Horizons spacecraft has now been targeted at Kuiper Belt object 2014 MU 69, which it should zoom past on New Year's Day 2019.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Nebula Close-up | Close-up da Nebulosa do Pelicano


A  destacada cordilheira de emissões que aparece nesta vívida paisagem celeste é denominada IC 5067. Parte de uma região de emissões maior com um formato diferenciado, popularmente chamada Nebulosa do Pelicano, a cordilheira de estende por cerca de 10 anos-luz e acompanha a curvatura da cabeça e pescoço do pelicano cósmico. As fantásticas formas escuras que se vê na imagem são nuvens de gás e poeira frios esculpidas po radiação energética vinda de jovens estrelas de grande massa. 

Mas há também estrelas em formação no interior das formas escuras. jatos duplos que emergem do ponta da longa e escura gavinha à esquerda do centro são os sinais indicadores de uma protoestrela incrustada, catalogada como Herbig-Haro 555 (HH 555). 

Na verdade, há outros objetos Herbig-Haro  indicativos da presença de protoestrelas na mesma imagem. A Nebulosa do Pelicano em si, também denominada IC 5070, está distante cerca de 2.000 anos-luz. Para encontrá-la, olhe para nordesteb da brilhante estrela Deneb, na constelação do Cisne.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

The prominent ridge of emission featured in this vivid skyscape is designated IC 5067. Part of a larger emission region with a distinctive shape, popularly called The Pelican Nebula, the ridge spans about 10 light-years and follows the curve of the cosmic pelican's head and neck. Fantastic, dark shapes inhabiting the view are clouds of cool gas and dust sculpted by energetic radiation from young, hot, massive stars. 

But stars are also forming within the dark shapes. Twin jets emerging from the tip of the long, dark tendril left of center are the telltale signs of an embedded protostar cataloged as Herbig-Haro 555 (HH 555). 

In fact, other Herbig-Haro objects indicating the presence of protostars are found within the frame. The Pelican Nebula itself, also known as IC 5070, is about 2,000 light-years away. To find it, look northeast of bright star Deneb in the high flying constellation Cygnus.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Detailed View of a Solar Eclipse Corona | View Detailed Corona Eclipse Solar


Somente na escuridão fugaz de uma eclipse total solar a luz da coroa solar torna-se facilmente visível. Normalmente encoberta pelo brilho do disco solar, a extensa coroa, que é a atmosfera externa do Sol, é uma visão encantadora. 

Entretanto, os detalhes sutis e a extrema faixa de intensidade de brilho da coroa, embora perceptíveis ao olhar, são notavelmente difíceis de fotografar. No entanto, aqui nesta foto, com o emprego de múltiplas imagens e processamento digital, vemos uma imagem detalhada da coroa solar, obtida durante a eclipse total solar de agosto de 2008, na Mongolia. 

Há camadas  intricadas e cáusticos brilhantes de uma mistura de gas quente e campos magneticos em constante mudança claramente visiveis

Brilhantes proeminências rosadas em forma de laço aparecerão logo acima da borda do Sol.Uma coroa solar similar poderá ser vista através de céu límpido em uma estreita faixa através dos EUA, durante a  eclipse total solar que ocorrerá exatamente dentro de uma semana a partir de amanhã.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

Only in the fleeting darkness of a total solar eclipse is the light of the solar corona easily visible. Normally overwhelmed by the bright solar disk, the expansive corona, the sun's outer atmosphere, is an alluring sight. But the subtle details and extreme ranges in the corona's brightness, although discernible to the eye, are notoriously difficult to photograph. Pictured here, however, using multiple images and digital processing, is a detailed image of the Sun's corona taken during the 2008 August total solar eclipse from Mongolia. 

Clearly visible are intricate layers and glowing caustics of an ever changing mixture of hot gas and magnetic fields. Bright looping prominences appear pink just above the Sun's limb. A similar solar corona might be visible through clear skies in a thin swath across the USA during a total solar eclipse that occurs just one week from tomorrow.

domingo, 13 de agosto de 2017

A Day in the Life of a (mostly) Human Sundial | Um dia na vida de um relogio de sol (sobretudo) humano



Voce algum dia quis ser um gnomon? Claro, o gnomon é a parte alta de um relogio de Sol que projeta uma sombra. A sombra do gnomon se move à medida que o Sol cruza o céu, indicando o tempo pela posição da sombra na face do mostrador. 

Assim, em 19 de julho, o Grupo de Astronomia do Progymnasium Rosenfeld criou um relógio de Sol humano, com cada participante pacientemente fazendo o papel do gnomon oor 10 minutos. 

Neste video de lapso temporal de sua viagem de descoberta, uma imagem foi registrada a cada 20 segundos, das 8h às 14h, no Horario de Verão Central Europeu. Desenhadas no chão estão as marcas das horas do relogio de Sol, calculadas para mostrar a hora local para aquela data especifica. Atras, o relogio da torre mostra a hora para conferência. 

Você consegue encontrar o meio dia solar no horario local? (Dica: No meio dia solar, o Sol está no meridiano) O persistente grupo planeja uma repetição da exibição do relogio de Sol humano no proximo inverno para comparar a duração do dia e a altitude do Sol.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

Have you ever wanted to be a gnomon? Of course, a gnomon is the tall part of a sundial that casts a shadow. The gnomon's shadow moves as the Sun moves across the sky, indicating time by the shadow's position on the dial face. 

So on July 19th, the Astronomy Group of the Progymnasium Rosenfeld created a human sundial, each participant patiently playing the role of the gnomon for 10 minutes. 

In this timelapse video of their temporal voyage of discovery, one image was taken every 20 seconds from 8 am until 4 pm Central European Summer Time. Drawn on the ground are the dial hour marks calculated to show the local time for that specific date. Behind, the tower clock offers a time check. 

Can you find the local time of solar noon? (Hint: At solar noon the Sun is on the meridan.) The persistent group plans a repetition of the human sundial performance next winter to compare the length of the day and the altitude of the Sun.