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terça-feira, 27 de junho de 2017

Saturnian Dawn | Alvorecer em Saturno


A espaçonave  Cassini da NASA olha em direção a  uma pequena porção da atmosfera da Saturno iluminada pelo, enquanto os aneis de gelo se projetam em primeiro plano como uma faixa escura.

Esta vista está voltada na direção do lado não iluminado dos aneis, de cerca de 7  graus abaixo do plano deles. A imagem foi obtida em luz verde com a câmera grande angular da espaçonave Cassini em 31 de março de 2017.

A foto foi tirada a uma distância de, aproximadamente, 1 milhão de quilômetros de Saturno. A escala da imagem é de 61 quilômetros por pixel.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

NASA's Cassini spacecraft peers toward a sliver of Saturn's sunlit atmosphere while the icy rings stretch across the foreground as a dark band.

This view looks toward the unilluminated side of the rings from about 7 degrees below the ring plane. The image was taken in green light with the Cassini spacecraft wide-angle camera on March 31, 2017.

The view was obtained at a distance of approximately 620,000 miles (1 million kilometers) from Saturn. Image scale is 38 miles (61 kilometers) per pixel.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

The N44 Superbubble | A superbolha de N44


O que terá  criado este buraco gigantesco? A vasta nebulosa de emissões N44, em nossa galáxia vizinha a Grande Nuvem de Magalhães tem um grande buraco de 250 anos-luz, e os astrônomos estão tentando descobrir por quê. 

Uma possibilidade são ventos de partículas expelidas por estrelas de grande massa no interior da bolha que estão levando para fora o gás incandescente. Mas descobriu-se, no entanto, que essa resposta é inconsistente com as velocidades medidas dos ventos. Outra possibilidade é que envoltórios em expansão de antigas supernovas tenham esculpido a incomum caverna espacial. 

Um inesperado vestígio de gás quente emitindo raios-X foi detectado recentemente escapando da superbolha de N44. Esta imagem foi obtida em três cores muito específicas pelo enorme Telescópio Gemini Sul de 8 metros, em Cerro Pachon, no Chile.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

What created this gigantic hole? The vast emission nebula N44 in our neighboring galaxy the Large Magellanic Cloud has a large, 250 light-year hole and astronomers are trying to figure out why. 

One possibility is particle winds expelled by massive stars in the bubble's interior that are pushing out the glowing gas. This answer was found to be inconsistent with measured wind velocities, however. Another possibility is that the expanding shells of old supernovas have sculpted the unusual space cavern. 

An unexpected clue of hot X-ray emitting gas was recently been detected escaping the N44 superbubble. The featured image was taken in three very specific colors by the huge 8-meter Gemini South Telescope on Cerro Pachon in Chile.

domingo, 25 de junho de 2017

Manhattan Moonrise | Nascer da Lua em Manhattan


Uma Lua cheia elevou-se no céu ao pôr-do-sol de 9 de junho, que alguns chamam Lua de Morango. Próximo ao horizonte e assumindo a cor morna da luz solar refletida filtrada através de uma densa e empoeirada atmosfera, o disco lunar totalmente iluminado posa junto a arranha-céus ao longo da linha do horizonte sul da ilha de Manhattan nesta telefoto. 

A foto foi tirada na Reserva Eagle Rock, um parque em West Orange, New Jersey, planeta Terra. A cerca de 13 milhas do sul de Manhattan e umas 240.000 milhas da Lua. 

As fachadas erm primeiro plano das modernas torres de aço e vidro compatilham a cor morna da Lua, refletindo os últimos raios do Sol poente. A mais alta delas, com a brilhante face triangular é o One World Trade Center da Cidade de Nova Yorque.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

A Full Moon rose as the Sun set on June 9, known to some as a Strawberry Moon. Close to the horizon and taking on the warm color of reflected sunlight filtered through a dense and dusty atmosphere, the fully illuminated lunar disk poses with the skyscrapers along the southern Manhattan skyline in this telephoto snapshot. 

The picture was taken from Eagle Rock Reservation, a park in West Orange, New Jersey, planet Earth. That's about 13 miles from southern Manhattan and some 240,000 miles from the Moon. 

Foreground faces of the modern towers of steel and glass share the Moon's warm color by reflecting the last rays of the setting Sun. The tallest, with the shining triangular facet, is New York City's One World Trade center.

sábado, 24 de junho de 2017

NASA Prepares for Aug. 21 Total Solar Eclipse with Live Coverage, Safety Information | A NASA se prepara para a eclipse total solar com cobertura ao vivo. Informações de Segurança


Pela primeira vez em 99 anos, uma eclipse total solar irá ocorrer através de toda a região continental dos Estados Unidos, e a NASA está se preparando para compartilhar essa experiência única na vida, em 21 de agosto.

Observadores por todo o mundo rerão acesso a numerosas imagens obtidas antes, durante e depois da eclipse por 11 espaçonaves, ao menos três aeronaves da NASA, mais de 50 balões a grande altitude e pelos astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional – cada qual proporcionando um ponto de vista único do evento celestial.

A TV NASA irá transmitir um show de várias horas, intitulado Eclipse Across America: Through the Eyes of NASA (Eclipse Através da América: Pelos Olhos da NASA), comk um inédido vídeo ao vivo do evento celestial, juntamente com a cobertura de atividades em parques, bibliotecas, estádios, festivais e museus por todo o país, e na mídia social.

De costa a costa, do estado de Oregon ao de South Carolina, 14  estados irão – por um período de quase duas horas – vivenciar mais de dois  minutos de escuridão em pleno dia. Quando a Lua bloquear o Sol por completo, o dia se tornará noite e fará visível a normalmente oculta coroa solar, a atmosfera do Sol. Estrelas brilhantes e planetas também se tornarão visíveis. Usando óculos especiais para observação solar ou outros equipamentos, todos na América do Norte poderão ver ao menos uma eclipse parcial que durará de duas a quatro horas.

“Nunca antes um evento celestial terá sido visto por tantos e explorado de tão variados pontos de observação – do espaço,do ar,  e do solo,” disse Thomas Zurbuchen, administrador associado da Diretoria da Missões de Científicas da NASA em Washington. “Com nossas agências associadas e uma variedade de organizações científicas, a NASA continuará a amplificar uma mensagem fundamental: Reserve um tempo para vivenciar a eclipse de 21 de agosto, mas faça-o com segurança.”

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

For the first time in 99 years, a total solar eclipse will occur across the entire continental United States, and NASA is preparing to share this experience of a lifetime on Aug. 21.
Viewers around the world will be provided a wealth of images captured before, during, and after the eclipse by 11 spacecraft, at least three NASA aircraft, more than 50 high-altitude balloons, and the astronauts aboard the International Space Station – each offering a unique vantage point for the celestial event.

NASA Television will air a multi-hour show, Eclipse Across America: Through the Eyes of NASA, with unprecedented live video of the celestial event, along with coverage of activities in parks, libraries, stadiums, festivals and museums across the nation, and on social media.

Coast to coast, from Oregon to South Carolina, 14 states will – over a span of almost two hours – experience more than two minutes of darkness in the middle of the day. When the moon completely blocks the sun, day will turn into night and make visible the otherwise hidden solar corona, the sun’s atmosphere. Bright stars and planets also will become visible. Using specialized solar viewing glasses or other equipment, all of North America will be able to view at least a partial eclipse lasting two to four hours.

“Never before will a celestial event be viewed by so many and explored from so many vantage points – from space, from the air, and from the ground,” said Thomas Zurbuchen, associate administrator of NASA’s Science Mission Directorate in Washington. “With our fellow agencies and a host of scientific organizations, NASA will continue to amplify one key message: Take time to experience the Aug. 21 eclipse, but experience it safely.”

NASA Releases Kepler Survey Catalog with Hundreds of New Planet Candidates | NASA divulga o Catálogo da Pesquisa Kepler com cemtenas de possíveis candidatos a planetas


A equipe do telescópio espacial Kepler da NASA divulgou um catálogo da missão de possíveis planetas que introduz 219 novos candidatos a planetas, 10 dos quais têm tamanho semelhante ao da Terra e orbitam a zona habitável de suas estrelas, que é a faixa de distâncias de uma estrela na qual pode ocorrer o acúmulo de água em estado líquido na superfície de planetas rochosos.

Esta é a mais abrangente e detalhada divulgação de um catálogo de candidados a exoplanetas, que são planetas situados fora do nosso sistema solar, a partir de dados do Kepler coletados nos seus primeiros quatro anos. É também o catálogo final da visão da espaçonave do trecho de céu na constelação do Cisne.

Com a divulgação desse catálogo, derivado de dados disponíveis ao público no Arquivo de Exoplanetas da NASA, há agora 4.034 possíveis planetas identificados pelo Kepler. Dos quais 2.335 foram constatados como sendo exoplanetas. De aproximadamente 50 candidatos de tamanho semelhante ao da Terra na zona habitável detectados pelo Kepler, mais de 30 foram confirmados.

Additionally, resultados utilizando dados do Kepler  sugerem dois agrupamentos de tamanhos distintos de pequenos planetas. Ambos os resultados têm implicações significativas para a procura por formas de vida. O Catálogo final do Kepler servirá como base para mais estudos a fim de determinar a prevalância e a demografia de planetas na galáxia, enquanto a descoberta de duas populações planetárias distintas mostra que cerca de metade dos planetas de que temos conhecimento na galáxia ou não têm superfície, ou estão sob uma profunda e severa atmosfera – um meio ambiente improvável  para abrigar formas de vida.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

NASA’s Kepler space telescope team has released a mission catalog of planet candidates that introduces 219 new planet candidates, 10 of which are near-Earth size and orbiting in their star's habitable zone, which is the range of distance from a star where liquid water could pool on the surface of a rocky planet.

This is the most comprehensive and detailed catalog release of candidate exoplanets, which are planets outside our solar system, from Kepler’s first four years of data. It’s also the final catalog from the spacecraft’s view of the patch of sky in the Cygnus constellation.

With the release of this catalog, derived from data publicly available on the NASA Exoplanet Archive, there are now 4,034 planet candidates identified by Kepler. Of which, 2,335 have been verified as exoplanets. Of roughly 50 near-Earth size habitable zone candidates detected by Kepler, more than 30 have been verified.

Additionally, results using Kepler data suggest two distinct size groupings of small planets. Both results have significant implications for the search for life. The final Kepler catalog will serve as the foundation for more study to determine the prevalence and demographics of planets in the galaxy, while the discovery of the two distinct planetary populations shows that about half the planets we know of in the galaxy either have no surface, or lie beneath a deep, crushing atmosphere – an environment unlikely to host life.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Solstice Conjunction over Budapest | Conjunção de solstício sobre Budapeste


Antes de surgur o Sol do solstício de 21 de junho, o brilhante Vênus e uma velha Lua crescente posaram juntos sobre Budapeste, Hungria, nesta paisagem celeste de pré-alvorecer. 

No primeiro plano a vista se projeta cruzando o Rio Danúbio de Buda para Pest, na direção do domo e picos do prédio do Parlamento Húngaro. Nuvens baixas estão em silhueta contra o céu crepuscular. Mas bem acima do horizonte leste para captar a luz solar brilhava outra aparição sazonal naquela manhã de solstício, nuvens notilucentes. 

Visíveis próximo ao nascer-do-sol e pôr-do-sol nos meses de verão a altas latitudes, as nuvens que brilham à noite são formadas quando o vapor de água na atmosfera superior se condensa em poeira meteórica ou cinzas vulcânicas próximo à borda do espaço.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

Before a solstice Sun rose on June 21, brilliant Venus and an old crescent Moon posed together over Budapest, Hungary for this predawn skyscape. 

In the foreground the view looks across the Danube river from Buda to Pest toward the dome and peaks of the Hungarian Parliament building. Low clouds are in silhouette against a twilight sky. But far enough above the eastern horizon to catch the sunlight shines another seasonal apparition on that solstice morning, noctilucent clouds. 

Seen near sunrise and sunset in summer months at high latitudes, the night-shining clouds are formed as water vapor in the cold upper atmosphere condenses on meteoric dust or volcanic ash near the edge of space.