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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

A Horizon with Blue and Red | Um horizonte com azul e vermelho


O que está acontecendo no horizonte? O horizonte em si, atras de uma plantação de espinafre na Guatemala, mostra não só arvores, como também um grande vulcão: o Volcán de Fuego (Vulcão de Fogo). 

O brilho vermelho no topo do vulcão é lava quente. Mas seu olhar também pode ser atraído pelo circulo azul acima do horizonte, à esquerda. este circulo circunda a Lua e, juntamente com outras cores, é chamado corona. 

Coronas são causadas plea difração de luz — aqui, luar — por pequenas goticulas de água na atmosfera intermediaria da Terra. Uma brecha nas nuvens à direita mostra estrelas, e até mesmo o planeta Saturno, muito além do vulcão. 

Embora o Volcán de Fuego frequentemente passe por periodos de atividade de baixa intensidade, o astrofotografo se considerou um sortudo por captar a cena justamente durante uma erupção explosiva, no final de setembro.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

What's happening on the horizon? The horizon itself, past a spinach field in Guatemala, shows not only trees but a large volcano: the Volcán de Fuego (Volcano of Fire). 

The red glow at the top of the volcano is hot lava. But your eye may also be drawn to the blue circle above the horizon on the left. This circle surrounds the Moon and, together with other colors, is called a corona. 

A corona is caused by diffraction of light -- here moonlight — by small water droplets in the Earth's intervening atmosphere. A break in the clouds on the right shows stars and even the planet Saturn far beyond the volcano. 

Although Volcán de Fuego frequently undergoes low-level activity, the astrophotographer considered himself lucky to capture the scene just during an explosive eruption in late September.

domingo, 10 de dezembro de 2017

HH 666: Carina Dust Pillar with Jet | HH 666: Pilar de poeira com jato em Carina


Para alguns, ela pode parecer uma colmeia abrigando uma ableha do mal. Na realidade, esta imagem do Hubble capta um pilar de poeira cosmica com dois anos-luz de extensão, dentro do qual está Herbig-Haro 666 — uma jovem estrela que emite potentes jatos. 

A estrutura situa-se no interior de uma das maiores regiões de formação estelar da nossa galaxia, a Nebulosa de Carina, brilhando no céu do sul à distancia de uns 7.500 anos-luz. Os contornos em camadas do pilar são definidos pelos ventos e radiação das jovens, quentes e massivas estrelas de Carina, algumas das quais ainda em formação em seu interior. 

Uma visão em luz infravermelha, que penetra a poeira, mostra melhor os dois estreitos jatos  energeticos soprando para fora de uma ainda oculta estrela infantil.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

To some, it may look like a beehive harboring an evil bee. In reality, the featured Hubble image captures a cosmic pillar of dust, two-light years long, inside of which is Herbig-Haro 666 -- a young star emitting powerful jets. 

The structure lies within one of our galaxy's largest star forming regions, the Carina Nebula, shining in southern skies at a distance of about 7,500 light-years. The pillar's layered outline are shaped by the winds and radiation of Carina's young, hot, massive stars, some of which are still forming inside the nebula. 

A dust-penetrating view in infrared light better shows the two, narrow, energetic jets blasting outward from a still hidden infant star.

sábado, 9 de dezembro de 2017

All the Eclipses of 2017 | Todos os eclipses de 2017


Vistos do planeta Terra, todos os eclipses lunares e solares de 2017 estão representados na mesma escala nestes quatro paineis. O espetaculo celestial de sombras do ano foi acompanhado através de quatro paises diferentes por um aventuroso caçador de eclipses. 

Iniciando a temporada de eclipses, no canto superior esquerdo, a Lua Cheia de fevereiro foi capturada na Republica Checa. Sua sombra sutil, uma eclipse lunar penumbral, deve-se à sobra externa da terra, mais clara. Mais tarde naquele mes, a Lua Nova no canto superior direito foi circundada por um anel de fogo, registrado em filme na Argentina, proximo ao ponto mediano de um impressionante eclipse solar anelar. 

O par de eclipses de agosto abaixo mostra a sombra umbral da Terra em um eclipse parcial na Alemanha, à esquerda, e a vibrante coroa solar envolvendo um Sol totalmente eclipsado, no oeste dos EUA. Se você estiver contando pontuações, os numeros Saros (ciclos de eclipses) para todos os eclipses de 2017 estão embaixo, à esquerda em cada painel.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

As seen from planet Earth, all the lunar and solar eclipses of 2017 are represented at the same scale in these four panels. The year's celestial shadow play was followed through four different countries by one adventurous eclipse chaser. 

To kick off the eclipse season, at top left February's Full Moon was captured from the Czech Republic. Its subtle shading, a penumbral lunar eclipse, is due to Earth's lighter outer shadow. Later that month the New Moon at top right was surrounded by a ring of fire, recorded on film from Argentina near the midpoint of striking annular solar eclipse. 

The August eclipse pairing below finds the Earth's dark umbral shadow in a partial eclipse from Germany at left, and the vibrant solar corona surrounding a totally eclipsed Sun from the western USA. If you're keeping score, the Saros numbers (eclipse cycles) for all the 2017 eclipses are at bottom left in each panel.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Earth and Moon | A Terra e a Lua



Em raras ocasiões, a Terra e a Lua são fotografadas juntas. Uma das ocasiões mais populares em que isso aconteceu foi há neste mês, há 25 anos, quando a espaçonave Galieleu, rumo a Jupiter, passou pelo nosso sistema planetario Terra-Lua. 

Então, a sonda robotica Galileu observou de uma distancia equivalente a cerca de 15 vezes a que separa Terra e Lua, nosso unico satelite natural passar diante da Terra. este video combina  52  imagens historicas com cores realçadas. Embora a Lua possa perecer pequena próxima à Terra, nenhum outro planeta do Sistema Solar tem um satelite tão comparavel em tamanho. 

O Sol, distante ao lago, à direita, iluminava cerca de metade de cada esfera, e mostra as nuvens brancas da terra em rotação, oceanos azuis e continentes marrons. Naquela noite, uma superlua de carvalho quase cheia foi visivel de todos os lugares da Terra, do pôr-do-sol ao nascer-do-sol.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

On rare occasions, the Earth and Moon are photographed together. One of most spectacular times this occurred was 25 years ago this month when the Jupiter-bound Galileo spacecraft zoomed past our home planetary system. 

Then, robotic Galileo watched from about 15-times the Earth-Moon separation as our only natural satellite glided past our home world. The featured video combines 52 historic color-enhanced images. Although our Moon may appear small next to the Earth, no other planet in our Solar System has a satellite so comparable in size . 

The Sun, far off to the right, illuminated about half of each sphere, and shows the spinning Earth's white clouds, blue oceans, and tan continents. On that night, a nearly full Oak supermoon was be visible from all of Earth from sunset to sunrise.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Most Distant Black Hole | O mais distante buraco negro


Concepção artistica do mais distante buraco negro supermassivo já descoberto. Ele é part e de um quasar formado apenas 690 milhões de anos após o Big Bang.

Cientistas descobriram uma rara reliquia do universo primordial: o mais distante buraco negri supermassivo. Essa besta devoradora de materia tem uma massa 800 mihões de vezes maior que a do Sol, que é impressionantemente grande para sua pouca idade.
"Este buraco negro cresceu muito mais do que o esperado em apenas 690 milhões de anos após o Big Bang, o que desafia nossas teorias sobre como os buracos negros se formam," disse o coautor do estudo, Daniel Stern, do Jet Propulsion Laboratory da NASA em Pasadena, California.
Astronomos combinaram dados do Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE)  da NASA com pesquisas baseadas em solo para identificar potenciais objetos distantes para estudá-los, e então os  acompanharam com os telescopios Magalhães dos Observatorios  Carnegie no Chile. O astronomo do Carnegie Eduardo Bañados liderou os esforços para identificar candidatos em meio a centenas de milhões de objetos encontrados pelo WISE que merecessem ser acompanhados com o Magalhães.
Para se tornarem tão grandes, os buracos negros no universo primordial, astronomos especulam que deve ter havido condições especiais para permitir o rapido crescimento — mas a razão subjacente permanece um misterio.
O buraco negro recém-descoberto esta vorazmente devorando materia no centro da galaxia — um fenomeno denominado quasar. Este quasar é especialmente interessante porque vem de uma epoca em que o universo estava apenas começando a emergir da era das trevas. A descoberta irá fornecer informações fundamentais a respeito do universo quando ele tinha apenas 5 por cento de sua atual idade. 
"Quasares figram entre os mais brilhantes e distantes objetos celestiais conhecidos, e são cruciais para a compreensão do universo primordial," disse o coautor Bram Venemans, do Instituto Max Planck de Astronomia, na Alemanha.
O universo começou como uma sopa de particulas quente que rapidamente se espalhou em um periodo chamado inflação. Cerca de 400.000 anos após o Big Bang, essas particulas se resfriaram e  se uniram em gás hidrogenio neutro. Mas o universo permaneceu escuro, sem qualquer fonte luminosa, até que a gravidade condensous materia, formando as primeiras estrelas e galaxias. A energia liberada por essas antigas galaxias fez com que o hidrogenio neutro se excitasse e ionizasse, perdendo um elétron. O gas permaneceu naquele estado desde aquela epoca. Quando o universo se tornou reionzedo, fotons puderam viajar livremente traves do espaço. Este é o ponto no qual o universo se tornou transparente para a luz.
Muito do hidrogenio que circunda o quaser recém-descoberto é neutro. Isso significa que o  quasar não é apenas o mais distante — ele é também o unico exemplo que temos que pode ser visto antes de o universo ter se tornado reionizado. 
“Foi a maior transição do universo, e uma das atuais fronteiras da astrofisica", disse Bañados.
A distancia do quasar é determinada pelo que se chama seu desvio para o vermelho, uma medição de quanto do comprimento de onda de sua luz está esticado pela expansão do universo antes de chegar à Terra. Quanto mais alto o desvio para o vermelho, maior a distancia, e quanto mais para trás no tempo os astronomos estão olhando ao observarem o objeto. Este quaser recem-descoberto tem um desvio para o vermelho de 7.54, baseado na detecção de emissões de carbono ionizado da galaxia que abriga o buraco negro de grande massa. Isso significa que a luz do quasar levou mais de 13 bilhões de anos lpara chegar até nós.
Cientistas preveem que o cosmos contém entre 20 e 100 quasares tão brilhantes e distantes quanto este. Astronomos aguardam a missão Euclides da Agencia Espacial Europeia, que conta com grande participação da NASA, e a missão da NASA Wide-field Infrared Survey Telescope (WFIRST) para encontrarem mais objetos distantes como esse.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Scientists have uncovered a rare relic from the early universe: the farthest known supermassive black hole. This matter-eating beast is 800 million times the mass of our Sun, which is astonishingly large for its young age. Researchers report the find in the journal Nature.
"This black hole grew far larger than we expected in only 690 million years after the Big Bang, which challenges our theories about how black holes form," said study co-author Daniel Stern of NASA's Jet Propulsion Laboratory in Pasadena, California.
Astronomers combined data from NASA's Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE) with ground-based surveys to identify potential distant objects to study, then followed up with Carnegie Observatories' Magellan telescopes in Chile. Carnegie astronomer Eduardo Bañados led the effort to identify candidates out of the hundreds of millions of objects WISE found that would be worthy of follow-up with Magellan.
For black holes to become so large in the early universe, astronomers speculate there must have been special conditions to allow rapid growth -- but the underlying reason remains mysterious.
The newly found black hole is voraciously devouring material at the center of a galaxy -- a phenomenon called a quasar. This quasar is especially interesting because it comes from a time when the universe was just beginning to emerge from its dark ages. The discovery will provide fundamental information about the universe when it was only 5 percent of its current age. 
"Quasars are among the brightest and most distant known celestial objects and are crucial to understanding the early universe," said co-author Bram Venemans of the Max Planck Institute for Astronomy in Germany.
The universe began in a hot soup of particles that rapidly spread apart in a period called inflation. About 400,000 years after the Big Bang, these particles cooled and coalesced into neutral hydrogen gas. But the universe stayed dark, without any luminous sources, until gravity condensed matter into the first stars and galaxies. The energy released by these ancient galaxies caused the neutral hydrogen to get excited and ionize, or lose an electron. The gas has remained in that state since that time. Once the universe became reionzed, photons could travel freely throughout space. This is the point at which the universe became transparent to light.
Much of the hydrogen surrounding the newly discovered quasar is neutral. That means the quasar is not only the most distant -- it is also the only example we have that can be seen before the universe became reionized. 
“It was the universe's last major transition and one of the current frontiers of astrophysics,” Bañados said.
The quasar's distance is determined by what's called its redshift, a measurement of how much the wavelength of its light is stretched by the expansion of the universe before reaching Earth. The higher the redshift, the greater the distance, and the farther back astronomers are looking in time when they observe the object. This newly discovered quasar has a redshift of 7.54, based on the detection of ionized carbon emissions from the galaxy that hosts the massive black hole. That means it took more than 13 billion years for the light from the quasar to reach us.
Scientists predict the sky contains between 20 and 100 quasars as bright and as distant as this quasar. Astronomers look forward to the European Space Agency's Euclid mission, which has significant NASA participation, and NASA's Wide-field Infrared Survey Telescope (WFIRST) mission, to find more such distant objects.